Quer saber em qual temporada Emily Prentiss morre em Criminal Minds? Emily Prentiss parece morrer no final da 6ª temporada, mas essa morte é fingida — ela volta na 7ª temporada.
Essa reviravolta envolve a personagem de Paget Brewster e um inimigo perigoso, mudando muita coisa na trama e nos bastidores da série.

Ao longo do texto, você vai descobrir como a falsa morte mexe com o enredo, por que os roteiristas recorreram a esse truque e o que rolou nos bastidores com Paget Brewster e a produção.
Prepare-se para fatos curiosos da história, polêmicas sobre a saída e o retorno, e como tudo isso acabou mudando o destino da personagem.
A Falsa Morte de Emily Prentiss na 6ª Temporada
Emily Prentiss desaparece no meio de uma trama com um terrorista do passado, medidas de proteção e um plano secreto para salvar a equipe.
O episódio fecha a 6ª temporada com uma cena que parece definitiva, mas depois se revela parte de um disfarce maior.
Quando e como Emily Prentiss supostamente morre?
A cena decisiva acontece no final da 6ª temporada, no episódio “Lauren”. Emily enfrenta Ian Doyle, um terrorista que ela já prendeu no passado.
Durante o confronto, tudo leva à suposta morte de Emily pelas mãos de Doyle. A produção mostra sangue e um corpo queimado, criando a impressão de que ela foi assassinada.
A cena foi montada de um jeito que deixou pouca margem para dúvidas, reforçando a crença da equipe de que ela tinha mesmo morrido. Paget Brewster saiu do elenco temporariamente naquele momento.
Envolvimento com Ian Doyle e motivos para fingir a morte
Ian Doyle é o vilão central desse arco. Ele tem uma história com Emily por causa do trabalho na Interpol e de um disfarce, quando ela se aproximou dele para incriminá-lo.
Doyle guarda ódio e busca vingança após ser preso por ela. Fingir a própria morte vira a saída mais segura para proteger a equipe BAU e cortar a ameaça direta de Doyle.
A farsa permite que Emily se afaste sem expor Hotch, JJ, Reid, Rossi e Garcia a retaliações. Na narrativa, a estratégia se baseia em inteligência operacional e na necessidade de cortar contato entre o criminoso e seus alvos.
O papel de Hotch e JJ no plano secreto
Aaron Hotchner (Hotch) e Jennifer Jareau (JJ) são os pilares do plano. Hotch, como chefe da unidade, ajuda a coordenar detalhes táticos e mantém a fachada de luto público.
JJ atua como comunicadora e suporte para a equipe, lidando com a cobertura e com os laços pessoais. Ela sofre pelo que parece ser a perda de uma amiga, mas colabora internamente para manter o segredo.
Ambos precisam equilibrar dever e sentimento, protegendo colegas como Reid e Garcia enquanto escondem a verdade até que seja seguro contar tudo.
Reação da equipe BAU e impacto emocional
A equipe BAU reage com choque e dor imediata. Reid fica abalado e mostra sinais de luto intelectualizado.
Rossi tenta segurar o grupo com pragmatismo, enquanto Garcia oferece suporte emocional, mesmo devastada. A ausência de Prentiss testa a coesão do time e provoca decisões difíceis.
A cena alimenta especulações entre fãs e mexe nas dinâmicas do elenco nas temporadas seguintes, incluindo retornos e novos rumos profissionais, como o caminho de Prentiss até a Interpol mais tarde na série.
Os Bastidores da Saída e Retorno de Emily Prentiss: Decisões, Polêmicas e Novas Fases
A saída e o retorno de Emily envolveram decisões de estúdio, escolhas de elenco e uma reação forte do público.
Esses eventos mudaram a formação do BAU, afetaram contratos e geraram mudanças na dinâmica entre personagens como JJ, Hotch e Rossi.
Decisões da CBS, elenco e as motivações reais
A CBS decidiu reduzir custos e mexer no elenco no fim da sexta temporada. Paget Brewster foi retirada do elenco principal naquele momento, enquanto outras mudanças incluíram a saída temporária de Andrea Joy Cook (JJ) e a entrada de Rachel Nichols para renovar as figuras femininas.
Brewster e outros membros do elenco alegaram motivos criativos e tensões salariais, contrariando a justificativa pública de “poupança”. Nomeações e cortes geraram frustração entre atores e equipe.
A produção precisou reestruturar histórias do BAU, especialmente relações com Hotch, Derek Morgan e Penelope Garcia. A falsa morte serviu como saída narrativa aceita pela emissora, mas as motivações reais envolveram negociação de contratos e tentativa de reposicionamento do produto.
Apoio dos fãs, reviravolta nos bastidores e impacto na série
Fãs reagiram com protestos e campanhas nas redes sociais, pressionando a CBS e mostrando apoio a Paget Brewster e Andrea Joy Cook.
A mobilização ajudou a reavaliar decisões; Rachel Nichols acabou não ficando como esperado. O retorno de Brewster na sétima temporada veio depois das críticas e mudanças internas.
Essa reviravolta teve efeito direto no tom do programa: o BAU recuperou estabilidade e a química entre personagens centrais voltou a crescer.
A mudança também ressaltou questões de troca de elenco e como decisões de estúdio podem afetar a credibilidade do drama criminal. Você reparou no impacto nas audiências e na forma como os roteiros passaram a tratar proteção, traição e lealdade entre agentes?
Retornos marcantes, promoções e evolução da personagem após a morte falsa
Quando Emily retorna, dá pra notar uma personagem mais dura, carregando novas responsabilidades. Paget Brewster volta ao posto, e nas temporadas seguintes, Emily começa a assumir papéis de liderança.
Ela chega até a se tornar chefe da Interpol em certos arcos. A falsa morte abriu caminho pra essa transição, levando Emily de agente do BAU a uma figura de comando.
Sua relação com JJ, Hotch, Rossi, Reid e Garcia acaba mostrando tanto crescimento quanto tensão resolvida. É curioso observar como essas dinâmicas mudam ao longo das temporadas, especialmente nas 9, 11 e além.