Vai passar cinco dias em Londres e quer aproveitar ao máximo sem perder tempo? Este roteiro mostra o que visitar a cada dia, com dicas simples para economizar tempo nas filas, escolher bons bairros para se hospedar e encaixar museus, parques e atrações famosas na medida certa.

Em cinco dias dá pra ver os principais pontos — Westminster, Tower of London, museus em Kensington, West End e até um bate-volta a Stonehenge ou Greenwich — sem correria, se você seguir um plano prático.
Prepare-se para um plano dia a dia que mistura atrações clássicas, tempo livre e dicas de deslocamento e ingressos. Siga as sugestões, mas não se prenda demais: ajuste ao seu ritmo, afinal, cada viagem tem seu próprio jeito.
Roteiro de 5 dias em Londres: Dia a Dia Essencial
Você vai caminhar por bairros históricos, ver ícones como o Big Ben e a Torre de Londres, visitar museus de classe mundial e ainda ter a opção de um bate-volta a lugares como Stonehenge ou Oxford. Cada dia foca em áreas próximas, o que ajuda a economizar tempo e energia.
Dia 1: Westminster, Big Ben, Palácio de Buckingham e London Eye
Comece em Westminster: veja o Big Ben e as fachadas do Parlamento junto ao Rio Tâmisa. Atravesse a Westminster Bridge para fotos clássicas do relógio e do rio.
Visite a Abadia de Westminster se quiser mergulhar na história das coroações e túmulos reais. Prefira ir de manhã cedo para evitar filas.
Depois, siga a pé até o Palácio de Buckingham. Chegue cedo se quiser ver a Troca da Guarda (confira os horários oficiais, pois mudam conforme a época).
Caminhe pela St. James’s Park até o South Bank. Suba no London Eye para ver Londres do alto — são só 30 minutos, mas vale cada segundo.
Compre ingressos antecipados para o London Eye e a Abadia. Use botas confortáveis; esse roteiro consome boa parte do dia andando.
Dia 2: Torre de Londres, Tower Bridge, Catedral de St. Paul e The Shard
Comece na Torre de Londres para ver as Joias da Coroa e mergulhar na história medieval. Reserve entrada sem fila para não perder tempo.
Caminhe até a Tower Bridge e explore a passarela superior, que tem vistas ótimas do Tamisa. Se der sorte, fotografe a ponte aberta durante a passagem de navios.
Atravesse o rio para a Catedral de St. Paul. Se tiver fôlego, suba a cúpula — a vista lá de cima é uma das melhores da cidade, mas as escadas são muitas.
No fim da tarde, vá ao The Shard. Comprar ingresso para o pôr do sol rende fotos sensacionais, só não esqueça de reservar com antecedência.
Use a Circle/ District Line para se locomover entre as estações. Os trajetos entre os pontos levam uns 20–30 minutos.
Dia 3: Notting Hill, Hyde Park, Oxford Street e Museu de História Natural
Passeie por Notting Hill de manhã: Portobello Road Market é imperdível (sábado é o dia mais animado) e as casas coloridas rendem fotos lindas.
Siga para Hyde Park para uma pausa tranquila. Alugue uma bicicleta ou sente-se à beira do Serpentine Lake, sem pressa.
Caminhe até Kensington Gardens para ver o Palácio de Kensington por fora. O parque é enorme, então escolha um cantinho para relaxar.
À tarde, vá para Oxford Street para umas comprinhas rápidas. Se quiser mais variedade, dê um pulo na Regent Street ou Carnaby Street.
Reserve um tempo para o Museu de História Natural. Dinossauros, pedras preciosas, esqueletos gigantes — a entrada é gratuita, mas algumas exposições especiais cobram.
Se sobrar energia, combine com o Victoria and Albert Museum ou o Science Museum, ambos ali em South Kensington.
Dia 4: Museus em Kensington, Camden Town e Kensington Gardens
Comece o dia nos museus de Kensington: Victoria and Albert Museum para quem gosta de arte e moda, Science Museum para quem prefere tecnologia e invenções.
Passe pelo Palácio de Kensington e caminhe pelos jardins. Se estiver com crianças, a praça Diana, Princess of Wales Memorial Playground é um respiro divertido.
À tarde, parta para Camden Town. O Camden Market é uma mistura deliciosa de comida de rua, artesanato e moda alternativa.
Passeie pelos canais, veja lojas independentes, experimente algo novo. Se ainda tiver pique, visite Regent’s Park ali perto ou faça um passeio de barco até Little Venice.
Fique atento: o mercado fecha mais cedo durante a semana, então planeje-se.
Dia 5: Bate-voltas para Stonehenge, Windsor, Oxford ou Cambridge
Escolha um bate-volta conforme seu interesse. Stonehenge é o clássico sítio pré-histórico; Windsor tem o castelo real; Oxford e Cambridge são cidades universitárias cheias de história e charme.
Stonehenge costuma tomar o dia inteiro e inclui parada em Salisbury. Reserve transporte antes, porque os ingressos esgotam.
Windsor fica a uns 30–40 minutos de trem. Dá para visitar o Castelo de Windsor e passear pela cidade velha, mas confira se o castelo está aberto ao público.
Oxford e Cambridge são fáceis de chegar de trem. Um tour guiado pelas faculdades faz diferença para entender o clima e ver os pátios famosos.
Cheque horários de trens, compre tours com transporte incluso ou alugue carro se quiser mais liberdade.
Dicas Práticas para Aproveitar seu Roteiro
Você vai precisar de transporte rápido, um bom lugar para ficar e escolhas inteligentes de ingressos e compras para não perder tempo (nem dinheiro). Planeje o Oyster Card, escolha bairros centrais e misture mercados e lojas do seu jeito.
Como se locomover: Tube, Oyster Card e transporte público
Compre um Oyster Card assim que chegar — tem nas estações do Tube ou em mercados como Tesco.
Ele serve para metrô, ônibus e alguns trens urbanos, e normalmente sai mais barato que bilhetes avulsos.
Use o Tube para distâncias maiores. Linhas como Central, Jubilee e Piccadilly ligam Westminster, Oxford Street e até Heathrow.
Para trajetos curtos ou turísticos, prefira ônibus de dois andares. É mais devagar, mas você vê a cidade de cima, o que sempre rende surpresas.
Se seu cartão internacional for contactless, pode usar direto no transporte. O limite diário é igual ao do Oyster, então não precisa se preocupar com gastos extras.
Planeje rotas com o Citymapper ou Google Maps. Evite horários de pico (8–9:30 e 17–18:30) para não se apertar no metrô.
Onde ficar em Londres: Melhores regiões e bairros
Escolha onde ficar pensando no que quer ver. Westminster e Covent Garden deixam você perto dos pontos históricos e teatros.
Soho é ótima para vida noturna, restaurantes e acesso fácil a Piccadilly Circus.
Se curte mercados e clima alternativo, Camden ou Shoreditch são boas pedidas.
Kensington e South Kensington ficam perto dos museus e têm ruas mais tranquilas.
Para economizar, hotéis entre Earl’s Court e Paddington são práticos e bem conectados pelo metrô.
Reserve com antecedência, principalmente em bairros centrais como Covent Garden. Os preços sobem rápido, especialmente perto de feriados.
Ingressos, passes e como economizar nas atrações
Compre ingressos online para London Eye, The Shard e Tower of London. Assim você evita filas e garante seu horário.
Considere o London Pass se quiser visitar várias atrações pagas em poucos dias. Mas faça as contas antes, porque nem sempre compensa.
Muitos museus como British Museum e Tate Modern têm entrada gratuita. Aproveite esses para equilibrar o orçamento.
Reserve o Sky Garden gratuitamente com antecedência — a vista é incrível e não custa nada.
Procure ingressos combinados ou descontos para estudante/sênior, se for o caso. Use cartões de crédito que oferecem proteção de viagem e veja se vale reservar tours guiados para as atrações mais concorridas.
Sugestões de compras, mercados e experiências locais
Para mercados, não perca Borough Market para comida. Portobello Road é ótima para antiguidades e Old Spitalfields Market traz moda e design.
Covent Garden Market tem lojas charmosas. Leadenhall Market também rende boas fotos e descobertas inesperadas.
Se quiser compras de departamento, Selfridges e Harrods são clássicos — embora, pra ser sincero, às vezes lotados demais. Para fast fashion e pechinchas, Primark ou Forever 21 salvam.
Camden oferece lojinhas alternativas e street food, uma mistura meio caótica, mas divertida. Shoreditch é a pedida pra brechós, arte de rua e cafés hipster, se você gosta de lugares com personalidade.
Leve uma bolsa segura para mercados, porque multidão é quase regra. Vale checar horários de funcionamento e, olha, reserve um tempo extra pra experimentar comidas locais—não dá pra resistir.